O que fica escrito
O que a família passa a ter guardado em papel — e consultável.
O resumo societário
Contrato, alterações e procurações explicados em duas páginas de linguagem comum.
O mapa das decisões
Trinta decisões do mês com o nome do responsável ao lado de cada uma.
A matriz de papéis
Quem decide, quem executa, quem é consultado e quem é apenas informado.
A descrição de cargos
O que cabe a cada sócio e a cada gerente, escrito em uma página por cargo.
O calendário de decisões
As datas do ano em que cada assunto grande entra em pauta, combinadas com antecedência.
O modelo de ata
Uma página por reunião: pauta, decisão, responsável e prazo, pronta para preencher.

O que cada casa pediu e o que ficou no papel
Casos de empresas que nasceram dentro de casa e cresceram sem trocar o combinado verbal por um escrito. Publicado com autorização.
Gráfica de bairro com dois irmãos
Criamos o calendário de decisões: assunto grande só entra em reunião marcada. Em três meses a discussão saiu do balcão e passou para a quinta de manhã, com ata.
Funilaria com dois sócios primos
Escrevemos a regra de contratação em uma página: quem abre vaga, quem entrevista, quem assina. Ficou também o modelo de descrição de vaga.
Escritório de contabilidade familiar
Mapeamos as trinta decisões e encontramos onze que só ele tomava. Nove foram delegadas por escrito, com limite e prazo. As férias aconteceram no ano seguinte.
Rede de floriculturas das irmãs
Conduzimos as três primeiras reuniões com pauta e tempo marcado. O modelo de ata em uma página ficou com elas e continua sendo preenchido.
Escrever o que já está combinado é mais rápido do que parece
A conversa de abertura leva uma hora e pode ser com um sócio só. Dela sai o recorte do trabalho e a lista de quem precisa ser ouvido.